domingo, 14 de setembro de 2014

DEBATE PRESIDENCIAL NA TV APARECIDA



Na próxima terça-feira (16/09) à partir das 21h30 ocorrerá o Debate presidencial da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. O debate é organizado pela TV Aparecida que o transmitirá ao vivo juntamente com a Rede Vida de Televisão, TV canção Nova, Rede Século 21, TV 3º Milênio, TV Horizonte, TV Evangelizar, TV Imaculada, TV Nazaré. As 230 emissoras que integram a Rede Católica de Rádio também transmitirão o debate que contará com a cobertura dos jornais e revistas de inspiração católica e dos portais ligados a esses veículos de comunicação.

A TV Aparecida pode ser sintonizada em 18 estados, 16 capitais e 240 municípios e atinge cerca de 40 milhões de pessoas. Como o debate será transmitido por outras TV's de inspiração católica espalhadas pelo país este número será aumentado substancialmente.

Será uma oportunidade única para os candidatos falarem diretamente para a maior nação católica do mundo sobre temas dos quais muitos tentam se esquivar como: aborto, casamento entre pessoas do mesmo sexo, pesquisas com células tronco e até algo simples como a religião a qual pertencem.


ADELMO DE MEDEIROS


quinta-feira, 14 de agosto de 2014

A REPERCUSSÃO DA MORTE DE EDUARDO CAMPOS

Como ser humano, diante de tal acontecimento, reflito, procuro respostas e não encontro. O máximo que posso fazer é me resignar e pedir a Deus que o acolha. Enquanto cidadão o mínimo a exigir é que tudo seja apurado de forma transparente.


quarta-feira, 30 de julho de 2014

SERÁ MESMO QUE SOMOS ANÕES?

Quando eu era criança lembro-me que uma forma de desqualificar alguém era chamá-lo de anão de jardim. Talvez por esta razão as palavras do representante do governo do Estado de Israel não param de ecoar em minha mente.
Após ouvir estarrecido aquelas infelizes declarações fiquei pensando: Se são capazes de referir-se desta forma a um País que os acolheu de braços abertos assim como o fez com tantos outros povos ao longo de toda a sua história, um País que tem como princípios constitucionais a autodeterminação dos povos, a não-intervenção, a igualdade entre os Estados, a defesa da paz e a solução pacífica dos conflitos, o que podemos esperar da reação contra o povo Palestino? A história mostrará que o Brasil tomou a decisão correta. VIVA O POVO PALESTINO.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

ARIANO SUASSUNA: SIMPLESMENTE GENIAL



quarta-feira, 16 de julho de 2014

CAMPEONATO MUNDIAL MILITAR DE VOLEI

De 20 a 31 julho e de 03 a 11 de agosto do corrente ano, o Brasil sediará o 33º Campeonato Mundial Militar de Voleibol Masculino e o 15º Campeonato Mundial Militar Feminino de Voleibol, evento esportivo que será realizado na cidade do Rio de Janeiro-URCA.
Serão mais de 400 militares envolvidos diretamente na organização e são esperados aproximadamente 350 militares representados por 20 países de 5 Continentes. 
O Campeonato Mundial Militar de Vôlei 2014 acontece sob a gerência do Departamento do Desporto Militar, do Ministério da Defesa e será organizado pelo Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx), através do Centro de Capacitação Física do Exército (CCFEx) e pelo Comando Militar do Leste (CML).   
Em julho, durante os 11 dias de competição, 12 países disputarão as medalhas para o vôlei masculino; sendo que em agosto, durante 8 dias subseqüentes serão disputadas as medalhas para o vôlei feminino.
As competições serão realizadas nas instalações do Centro de Capacitação Física do Exército (CCFEx) construídas para os 5º Jogos Mundiais Militares 2011 e a entrada é franca.

Para maiores informações sobre o evento e acompanhamento on-line dos resultados consulte:

Site da Comissão de Desportos do Exército (http://www.cde.ensino.eb.br/)
Site dos Jogos Desportivos do Exército (http://www.jogosdoexercito.com.br/)

Telefones (21) 2586 2223 / 2225.


Fonte: Centro de Comunicação Social do Exército

domingo, 13 de julho de 2014

TODA SOLIDARIEDADE AO POVO PALESTINO



segunda-feira, 30 de junho de 2014

COSTA RICA "FALANDO PARA O MUNDO"



domingo, 22 de junho de 2014

DA VILA BRANCA EM QUE NASCI: PERYLLO DOLIVEIRA



quarta-feira, 18 de junho de 2014

JOAQUIM BARBOSA: AFIRMAÇÕES, PERGUNTAS E RESPOSTAS QUE TÊM COMO PRINCIPAIS CULPADAS AS LONGAS NOITES E AS FRIAS MANHÃS OUROPRETANAS.



Por definição, entendemos que cidadãos são indivíduos em pleno gozo se seus direitos civis e políticos. Marginais são indivíduos que vivem à margem das normas. Réus são pessoas contra as quais foi proposta alguma ação. Criminosos são indivíduos que cometeram algum tipo de crime e condenados são indivíduos que foram julgados criminosos.

O Ministro Joaquim Barbosa transformou cidadãos em marginais, marginais em réus, e estes em criminosos? No nosso entendimento, não.

Por mais surreal que isto possa parecer e mesmo que alguns tentem negar ou até mesmo se neguem a aceitar, marginais travestidos de cidadãos transitavam livremente nos corredores de Palácios e Casas Legislativas da nossa ainda jovem República: parlamentares, diretores de estatais, banqueiros, pastores, empresários etc. Alguns foram alçados a condição de Ministros de Estado e privaram com reis e Chefes de Estado.

Recentemente o Ministro Joaquim Barbosa anunciou precocemente sua aposentadoria do Supremo Tribunal Federal e ficamos sabendo que será sucedido pelo Ministro Ricardo Lewandowski que atualmente é o Vice-Presidente daquela corte.

Nesta terça-feira vimos o Presidente do STF anunciar que deixará a relatoria das execuções penais do mensalão por considerar que os advogados dos condenados passaram a “atuar politicamente” e “até mesmo partindo para insultos pessoais”.

Também vimos a OAB do Distrito Federal promover Sessão Pública de Desagravo onde o agravante foi o Ministro Joaquim Barbosa e naquele ato a leitura da nota foi feita pelo advogado criminalista Márcio Thomaz Bastos, que foi ministro da Justiça entre 2003 e 2007, durante o governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Grandes nomes presidiram o STF e o Estado da Paraíba teve a honra de ver dois de seus filhos, ambos oriundos da cidade de Monteiro, presidirem a mais alta corte do País: Djacy Falcão (1975 a 1977) e Rafael Mayer (1987 a 1989).

Nunca escondemos nossa opinião sobre o Ministro Joaquim Barbosa e o consideramos um cidadão que sempre soube honrar o nosso povo e dignificar o cargo para o qual foi investido e por isto reafirmamos mais uma vez:

Ou acreditamos na justiça ou desistimos de vez de ser uma nação civilizada.



ADELMO DE MEDEIROS

segunda-feira, 16 de junho de 2014

ANTES DAS VAIAS EXISTIAM AS PICARETAS



domingo, 15 de junho de 2014

JORNALISTA LEONARDO BARAN TENTOU "TIRAR UMA ONDA" COM O JOGADOR PARAIBANO HULK E COM OS NORDESTINOS:



FORTES CHUVAS ATINGEM A CIDADE DE NATAL / RN



quinta-feira, 12 de junho de 2014

O DIA EM QUE O SAMBA - MAIOR EXPRESSÃO CULTURAL DO NOSSO PAÍS - FOI RELEGADO A TERCEIRO PLANO.



sábado, 24 de maio de 2014

IGREJA DE SÃO FRANCISCO - JOÃO PESSOA / PB



segunda-feira, 24 de março de 2014

JOÃO PESSOA: CONTA OUTRA



E eis que de uma hora para outra, como num passe de mágica, minha amada João Pessoa é elevada a condição de UMA DAS DEZ CIDADES MAIS VIOLENTAS "DO MUNDO".
Quem mora ou já teve o prazer de ir a João Pessoa sabe que isto não tem o menor cabimento.
Claro que não é a mesma João Pessoa dos anos 90 mas está entre as capitais mais tranquilas do Brasil, com folga (e não tem estatística que consiga provar o contrário).
Realmente, o que não for possível em um ano eleitoral só é possível a Deus, pai todo poderoso.

sábado, 9 de março de 2013

CARTA ABERTA DA CNBB SOBRE O MARCO REGULATÓRIO DA MINERAÇÃO



O Conselho Permanente da CNBB aprovou e divulgou na tarde desta quinta-feira, 7 de março, uma Carta Aberta à população brasileira para fazer sérias denúncias a respeito do modo como está sendo encaminhado o processo de elaboração do novo Marco Regulatório da Mineração no país.


Leia a Carta:

A necessidade de reformular a atual lei que regulamenta a mineração no nosso país levou o governo a elaborar o novo Marco Regulatório da Mineração que, brevemente, deverá ser enviado para aprovação do Congresso Nacional. Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reconhecendo a importância da atividade mineradora e a sua regulamentação, julgamos oportuno trazer a público nossas preocupações com relação à nova lei que está sendo proposta.

Devido à amplitude da lei, consideramos de fundamental importância que se promova um amplo debate com a sociedade e as populações a serem impactadas pelas atividades mineradoras. A ausência do debate público, percebido até o momento, impede a população de conhecer e opinar sobre assunto de grande relevância social e ambiental, que tem efeitos diretos em sua vida.

Vivemos numa crescente demanda por apropriação dos bens naturais em nível global, transformando-os em mercadoria e assumindo-os como uma oportunidade de negócios. O governo, por sua vez, vê na extração mineral um dos pilares para sustentar o modelo de desenvolvimento econômico em curso no país, baseado no sistema de commodities.

O aumento de preços dos minérios desperta o interesse tanto do governo quanto das mineradoras, tornando-se, assim, motivação maior para o novo Marco Regulatório da Mineração. Reconhecido seu interesse público, a nova lei, acima de tudo, prioriza o aspecto econômico da extração mineral, em detrimento dos aspectos sociais, ambientais, espirituais e culturais dos territórios e de suas populações.

Preocupa-nos a proposta, no novo Marco Regulatório, da criação das áreas de relevante interesse mineral e das regiões de interesses estratégicos. Nestas áreas a mineração seria feita a partir de procedimentos especiais que podem ferir o bem comum, além de provocar uma inversão de prioridade entre os direitos individuais e coletivos e o interesse econômico, público e privado.

A exploração mineral é uma atividade que provoca impactos em povos, comunidades e territórios, gerando conflitos em toda sua cadeia: remoções forçadas de famílias e comunidades; poluição das nascentes, dos rios e do ar; degradação das condições de saúde; desmatamento; acidentes de trabalho; falsas promessas de prosperidade; concentração privada da riqueza e distribuição pública dos impactos; criminalização dos movimentos sociais; descaracterização e desagregação sociocultural.

Esclareça-se que “a programação do desenvolvimento econômico deve considerar atentamente a necessidade de respeitar a integridade e os ritmos da natureza, já que os recursos naturais são limitados e alguns não são renováveis” (João Paulo II, A solicitude social n. 26).  “Toda utilização da natureza, todo o progresso ou desenvolvimento econômico feito às custas de sua destruição está marcado pela loucura que gera morte” (Nota da CNBB ‘Ouvir o eco da vida’ – 1992).

A mineração em terras indígenas é outra grave preocupação suscitada pelo Projeto de Lei 1.610/96, tramitando no Congresso sem nenhuma interação com o Estatuto dos Povos Indígenas, que espera aprovação desde 1991. O Projeto de Lei 1.610/96 desrespeita totalmente a autonomia dos povos indígenas sobre seus territórios, assegurada pela Constituição Federal e pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, da qual o Brasil é signatário. As mesmas ameaças recaem sobre comunidades quilombolas, populações tradicionais, pequenos agricultores e áreas de proteção ambiental.

O desenvolvimento não justifica tudo e não é verdadeiro quando reduzido “a um simples crescimento econômico”. Para ser autêntico, recorda-nos o Papa Paulo VI, “o desenvolvimento deve ser integral, quer dizer, promover todos os homens e o homem todo” (Populorum Progressio, n. 14), buscando o equilíbrio e a integração de toda a criação.

Diante disso, solicitamos aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário que:

a) Seja instituída uma etapa prévia de debates na sociedade civil sobre o conteúdo da nova Lei da Mineração, anterior à sua apreciação pelo Congresso Nacional;

b) A reforma da lei geral da Mineração considere em primeiro lugar os interesses das comunidades ocupantes dos territórios passiveis de atividade mineral;

c) A discussão do Projeto de Lei 1.610/96 sobre mineração em terras indígenas seja vinculada à aprovação prévia do Estatuto dos Povos Indígenas.

Conclamamos as pastorais, os movimentos sociais, as entidades de defesa dos direitos humanos, econômicos, sociais, culturais e ambientais, bem como todas as pessoas de boa vontade a se unirem numa plataforma comum de debate sobre os impactos da mineração. Insistimos que acompanhem as comunidades atingidas, assegurando que toda atividade mineradora e industrial tenha como parâmetro o bem estar da pessoa humana, a superação dos impactos negativos sobre a vida em todas as suas formas e a preservação do planeta, com respeito ao meio ambiente, à biodiversidade e ao uso responsável dos bens naturais.

Deus, que nos fez cuidadores da terra e de toda a criação (cf Gênesis 1,28), nos torne zelosos cumpridores desse dever.


Brasília-DF, 07 de março de 2013


Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exerício

Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa – PR
Vice-Presidente da CNBB em exercício

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

Fonte: CNBB